Escrito em janeiro de 2000. Domingo Moleque Domingo. Verão. Céu limpo e sol escaldante. A bola rolou. A grama com roseta nos cantos. Pelado no meio. Goleiras de taquara. Bola inquieta, judiada, disputada, quase amada, enquanto não chegar outra mais nova. Guris correndo felizes, pés descalços, peles queimadas. Dá um dedão, peito de pé, calcanhar ou três dedos. Gol pra cá, gol pra lá. Concordo. Discordo. Fecha o mau tempo. O dono da bola decide. O tempo passa, a piazada aumenta. Novos times. Até dez, quem perde sai, quem ganha fica. A noite chega, guris cansados guris felizes.
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